Prontidão digital de empresas e clientes pós-pandemia: uma análise diagnóstica com base no modelo marketing 5.0

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Objetivo: O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia na prontidão digital das empresas e dos clientes, com base na proposta sugerida no livro Marketing 5.0. Método: Foi realizada uma pesquisa estruturada com 62 empresas, dos setores de serviços financeiros (15), alta tecnologia (6), automotivo (8), varejo (15), saúde (8) e hospitalidade (10). Principais Resultados: A análise dos dados permitiu a elaboração de mapas perceptuais que mostram a prontidão digital em dois eixos: prontidão digital da empresa e prontidão digital do cliente. Os setores de alta tecnologia e serviços financeiros estavam no quadrante omni (empresas e clientes digitalizados), enquanto o varejo estava no quadrante onward (empresas mais digitalizadas que os clientes). Apesar de estar no quadrante omni, a indústria automotiva estava próxima do modelo organic (clientes mais digitalizados que as empresas). Em contrapartida, os setores de saúde e hospitalidade estavam mais distantes da proposta, no quadrante origin (clientes e empresas com baixa digitalização). Relevância / Originalidade: O artigo apresenta um modelo simples de diagnóstico de prontidão digital que pode ser facilmente aplicado e replicado por diferentes tipos de empresas. Ao utilizá-lo, as empresas podem direcionar melhor seus esforços nos pontos em que mais precisam se desenvolver digitalmente. Contribuições Teóricas / Metodológicas: O artigo apresenta os avanços digitais que 62 empresas de seis setores diferentes alcançaram após os efeitos da pandemia e direciona ações de melhoria gerencial para essas empresas, tanto em sua estrutura quanto no relacionamento com os clientes.

​Objetivo: O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia na prontidão digital das empresas e dos clientes, com base na proposta sugerida no livro Marketing 5.0. Método: Foi realizada uma pesquisa estruturada com 62 empresas, dos setores de serviços financeiros (15), alta tecnologia (6), automotivo (8), varejo (15), saúde (8) e hospitalidade (10). Principais Resultados: A análise dos dados permitiu a elaboração de mapas perceptuais que mostram a prontidão digital em dois eixos: prontidão digital da empresa e prontidão digital do cliente. Os setores de alta tecnologia e serviços financeiros estavam no quadrante omni (empresas e clientes digitalizados), enquanto o varejo estava no quadrante onward (empresas mais digitalizadas que os clientes). Apesar de estar no quadrante omni, a indústria automotiva estava próxima do modelo organic (clientes mais digitalizados que as empresas). Em contrapartida, os setores de saúde e hospitalidade estavam mais distantes da proposta, no quadrante origin (clientes e empresas com baixa digitalização). Relevância / Originalidade: O artigo apresenta um modelo simples de diagnóstico de prontidão digital que pode ser facilmente aplicado e replicado por diferentes tipos de empresas. Ao utilizá-lo, as empresas podem direcionar melhor seus esforços nos pontos em que mais precisam se desenvolver digitalmente. Contribuições Teóricas / Metodológicas: O artigo apresenta os avanços digitais que 62 empresas de seis setores diferentes alcançaram após os efeitos da pandemia e direciona ações de melhoria gerencial para essas empresas, tanto em sua estrutura quanto no relacionamento com os clientes. Read More