A colheita mecanizada é uma alternativa à colheita manual devido à sua alta capacidade de trabalho (1:80 colhedoras) e aos custos operacionais reduzidos. No Brasil, o número total de colhedoras de uvas é muito baixo (5), considerando a área passível de mecanização (aproximadamente 24.000 ha), e o setor enológico do país alega que as uvas provenientes da colheita mecânica apresentam maior índice de quebra de bagas e presença de MOG (material diferente da uva). Neste estudo, partimos da hipótese de que a má qualidade das uvas na colheita mecanizada está associada a deficiências na regulagem das colhedoras em termos de velocidade de trabalho, frequência de vibração, modelo da máquina (associado a princípios específicos de projeto). No entanto, há um efeito diferencial em favor da colheita mecanizada relacionado à logística de transporte e entrada na vinícola para os diferentes sistemas de colheita: manual vs. mecanizada, sendo o procedimento manual mais lento (aproximadamente 5:1). Neste estudo, a qualidade do vinho produzido em duas parcelas (0,92 e 4,46 ha) de uvas Merlot (30º47’47,1”; 55º22’59. 0”) a partir de colheita manual ou mecânica, sob diferentes condições de regulagens. Foram avaliados os s parâmetros físico-químicos com o WinescanTM (FOSS Inc.) e atributos sensoriais (como a qualidade do vinho. ). O projeto experimental considera quatro modalidades de colheita: colheita manual e colheita mecânica (Pellenc 3052 e 8050), com ajustes (530 rev min-1, 480rev min-1 450 rev min-1), considerando três réplicas por modalidade obtidas por amostragem em reboques sucessivos durante a colheita mecânica, ou de 5 videiras por amostra na colheita manual. O vinho foi produzido por microvinificação (180 l no total).
A colheita mecanizada é uma alternativa à colheita manual devido à sua alta capacidade de trabalho (1:80 colhedoras) e aos custos operacionais reduzidos. No Brasil, o número total de colhedoras de uvas é muito baixo (5), considerando a área passível de mecanização (aproximadamente 24.000 ha), e o setor enológico do país alega que as uvas provenientes da colheita mecânica apresentam maior índice de quebra de bagas e presença de MOG (material diferente da uva). Neste estudo, partimos da hipótese de que a má qualidade das uvas na colheita mecanizada está associada a deficiências na regulagem das colhedoras em termos de velocidade de trabalho, frequência de vibração, modelo da máquina (associado a princípios específicos de projeto). No entanto, há um efeito diferencial em favor da colheita mecanizada relacionado à logística de transporte e entrada na vinícola para os diferentes sistemas de colheita: manual vs. mecanizada, sendo o procedimento manual mais lento (aproximadamente 5:1). Neste estudo, a qualidade do vinho produzido em duas parcelas (0,92 e 4,46 ha) de uvas Merlot (30º47’47,1”; 55º22’59. 0”) a partir de colheita manual ou mecânica, sob diferentes condições de regulagens. Foram avaliados os s parâmetros físico-químicos com o WinescanTM (FOSS Inc.) e atributos sensoriais (como a qualidade do vinho. ). O projeto experimental considera quatro modalidades de colheita: colheita manual e colheita mecânica (Pellenc 3052 e 8050), com ajustes (530 rev min-1, 480rev min-1 450 rev min-1), considerando três réplicas por modalidade obtidas por amostragem em reboques sucessivos durante a colheita mecânica, ou de 5 videiras por amostra na colheita manual. O vinho foi produzido por microvinificação (180 l no total). Read More


